quarta-feira, 23 de novembro de 2011

27/11/2011 - Início do Tempo do Advento - 1º Domingo


"Vigiai"

Advent Erster-AdventNeste primeiro domingo do Advento, Jesus convida-nos a vigiar e a orar continuamente. Este vigiar não se limita a uma simples espera, sem fazer mais nada. Isso é estar adormecido, é passar pela vida sonolentos e moles... Jesus convida-nos a abrir os olhos, a olhar realmente o mundo e a sentir a vida que existe dentro de nós e à nossa volta.

sábado, 19 de novembro de 2011

Último domingo do ano litúrgico de 2011


                             A FESTA de CRISTO REI
A Festa de Cristo Rei é uma das festas mais importantes no calendário litúrgico, nela celebramos aquele Cristo que é o Rei do universo. O seu Reino é o Reino da verdade e da vida, da santidade e da graça, da justiça, do amor e da paz.

Esta festa foi estabelecida pelo Papa Pio XI em 11 de março 1925. O Papa quis motivar os católicos para reconhecer em público que o líder da Igreja é Cristo Rei. Mais tarde a data da celebração foi mudada dando um novo senso.

O ano litúrgico termina com esta que salienta a importância de Cristo como centro da história universal. É o alfa e o omega, o princípio e o fim. Cristo reina nas pessoas com a mensagem de amor, justiça e serviço. O Reino de Cristo é eterno e universal, quer dizer, para sempre e para todos os homens.

Esta festa tem um sentido escatológico na qual nós celebramos Cristo como Rei de todo o universo. Nós sabemos que o Reino de Cristo já começou a partir de sua vinda na terra a quase dois mil anos, porém Cristo não reinará definitivamente em todos os homens até que volte ao mundo com toda a sua glória no final dos tempos. Jesus nos antecipou sobre esse grande dia, em Mateus 25, 31-46.
Na festa de Rei de Cristo celebramos que Cristo pode começar a reinar em nossos corações no momento em que nós permitimos isto a ele, e o Reino de Deus pode deste modo fazer-se presente em nossa vida. Desta forma estabelecemos o Reino de Cristo de agora em diante em nós mesmos e em nossas casas, emprego e vida.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

15 de Novembro - Dia da Republica - Feriado Nacional


15 de Novembro
O regime monárquico existiu no Brasil entre os anos de 1822 a 1889. Neste período o país teve dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II.

Causas - Crise e desgaste da Monarquia - o sistema monárquico não correspondia mais aos anseios da população e às necessidades sociais que estava em processo. Um sistema em que houvesse mais liberdades econômicas, mais democracia e menos autoritarismo era desejado por grande parte da população urbana do país. - Forte interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, que provocou atritos com a Igreja Católica. - Censura imposta pelo regime monárquico aos militares. O descontentamento dos militares brasileiros também ocorria em função dos rumores de corrupção existentes na corte. - Classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano, que defendia o fim da Monarquia e implantação da República. - Falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político. - Fortalecimento do movi-mento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste.
A Proclamação Na capital brasileira (cidade do Rio de Janeiro) em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil. No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em que o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da República.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Notícias de Weinheim - Veja no final da categoria 10

L E M B R E T E para o mês de dezembro


As Paróquias da nossa Diocese de Bacabal são responsáveis pela sustentação dos nossos seminaristas nesta casa (foto) em São Luís. Atualmente são onze seminaristas que se preparam no longo caminho da sua formação filosófica e teológica para o sacerdócio. Cada mês do ano uma Paróquia da nossa Diocese se torna «madrinha» para assumir as despesas do seminário. O nosso mês é dezembro. Já estamos em plena campanha! Vamos fazer tudo para não atrasar!


terça-feira, 1 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dia de TODOS OS SANTOS (01 de 11 ou domingo próximo)


Citações do Catecismo da Igreja Católica


957. A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus» [1].
«A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus;
quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor;
e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre.
Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!»
Martyrum sancti Polycarpi 17, 3: SC 10bis, 232 (FUNK 1, 336).

1173. Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis os seus exemplos, que a todos atraem ao Pai por Cristo, e implora, pelos seus méritos, os benefícios de Deus» [2].

2013. «Os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade» [3]. Todos são chamados à santidade: «Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5, 48):
«Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos» [4].

domingo, 23 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tem mensagem melhor? - Faça a sua! - Feliz dia das crianças!

O DIA DA MÃE DE JESUS NO BRASIL - 12 de outubro


Querida Mãe Nossa Senhora de Aparecida
Vós que nos amais e nos guiais todos os dias.
Vós que sois a mais bela das Mães a quem
eu amo de todo o meu coração, eu vos peço
mais uma vez que me ajudais a alcançar
uma graça por mais dura que ela seja.
Sei que me ajudareis e sei que me
acompanhareis sempre,
até a hora da minha morte.
(.......)
Ó Virgem Santa rogai por nós pecadores,
junto a Deus Pai e livrai-nos do mal e das dores,
que todo homem caminhe tocado pela fé
crendo na Graça Divina, esteja como estiver,
abençoai nossas casas, as águas,
as matas e o pão nosso,
a luz de toda manhã, o amor sobre o ódio,
iluminai a cabeça dos homens, te pedimos agora,
e que o bem aconteça, Nossa Senhora... Amém!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O Santo Protetor do Planeta - 04 de Outubro

 Mês Missionário - "Missão na Ecologia"

“Missão na Ecologia”. É com este tema que as Pontifícias Obras Missionárias (POM) realizam a Campanha Missionária 2011. A temática, como todos os anos, está diretamente ligada ao tema da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que este ano é “Fraternidade e a Vida no Planeta”.

Assim como a CF-2011, a Campanha Missionária é um sinal da preocupação com a preservação do meio ambiente e conscientização ecológica. A CM, no entanto, alarga os horizontes para todo o mundo, por ser este o objetivo principal das Pontifícias Obras Missionárias.
Como extensão da Campanha da Fraternidade, cabe à Campanha Missionária dar uma ênfase maior à dimensão missionária; logo, todo o seu material se volta para a universalidade da missão.

O cartaz, por sua vez, representa a retirada de tudo àquilo que não corresponde à preservação do meio ambiente. Os personagens do cartaz são missionários que têm consciência da sua responsabilidade para fazer do planeta a verdadeira morada para todos os seus habitantes. O Envelope, tem por objetivo arrecadar nos dias 22 e 23 de outubro as coletas em favor das missões universais nas comunidades, paróquias e instituições católicas. 

 Mensagem do papa Bento XVI - 85º Dia Mundial das Missões

23 de outubro de 2011

Mensagem do papa Bento XVI
 “Como o Pai me enviou, também Eu vos envio” (Jo 20,21)
Por ocasião do Jubileu do Ano 2000, o Venerável Papa João Paulo II, no início de um novo milênio da era cristã, reiterou com força a necessidade de renovar o compromisso de levar a todos o anúncio do Evangelho, com “o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora” (Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte, 58). É o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa individualmente em busca das profundas razões para viver a própria existência em plenitude. Por isso, aquele mesmo convite ressoa cada ano na celebração do Dia Mundial das Missões. Com efeito, o anúncio incessante do Evangelho vivifica também a Igreja, o seu fervor e o seu espírito apostólico, renova os seus métodos pastorais, para que sejam cada vez mais apropriados às novas situações – inclusive as que exigem uma nova evangelização – e animados pelo impulso missionário: “A Missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé, que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio no empenho pela Missão universal” (João Paulo II, Carta Encíclica Redemptoris Missio, 2).
Ide e anunciai
Esta finalidade é continuamente renovada pela celebração da liturgia, de maneira especial da Eucaristia, que se conclui sempre fazendo ressoar o mandato de Jesus ressuscitado aos Apóstolos: “Ide...” (Mt 28,19). A liturgia é sempre um chamamento “do mundo” e um novo envio “ao mundo”, para dar testemunho daquilo que se experimenta: o poder salvífico da Palavra de Deus, o poder salvífico do Mistério Pascal de Cristo. Todos aqueles que encontraram o Senhor ressuscitado sentiram a necessidade de O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Depois de terem reconhecido o Senhor na fração do pão, eles “partiram sem hesitação e voltaram para Jerusalém. Aí encontraram reunidos os Onze”, e contaram o que lhes tinha acontecido ao longo do caminho (Lc 24,33-35). O Papa João Paulo II exortava a sermos “vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor!” (Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte, 59).
A todos
Os destinatários do anúncio do Evangelho são todos os povos. A Igreja, “é, por sua natureza, missionária, visto que tem a sua origem, segundo o desígnio de Deus-Pai, na “Missão” do Filho e do Espírito Santo” (Concílio Ecumênico Vaticano II, Decreto Ad Gentes, 2). Esta é “a graça e a vocação própria da Igreja .../... ela existe para evangelizar” (Paulo VI, Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, 14). Por conseguinte, nunca pode fechar-se em si mesma. Ela se enraiza em determinados locais, para ir além. A sua obra, em adesão à Palavra de Cristo e sob o influxo da Sua graça e da Sua caridade, faz-se plena e atualmente presente a todos os homens e a todos os povos, para os conduzir à fé em Cristo (cf. Ad Gentes, 51).
Esta tarefa não perdeu a sua urgência. Pelo contrário, “a Missão de Cristo-Redentor, confiada à Igreja, está ainda bem longe do seu pleno cumprimento… Uma visão de conjunto da humanidade mostra que tal Missão está ainda no começo, e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço” (João Paulo II, Carta Encíclica Redemptoris Missio, 1). Não podemos permanecer tranquilos, pensando que, depois de dois mil anos, ainda existem povos que não conhecem Cristo e ainda não ouviram a sua Mensagem de Salvação.
Não só, mas aumenta o número daqueles que, embora tenham recebido o anúncio do Evangelho, já o esqueceram e abandonaram, já não se reconhecem na Igreja; e muitos ambientes, também em sociedades tradicionalmente cristãs, são hoje resistentes a abrir-se à Palavra da Fé. Está em curso uma mudança cultural, alimentada também pela globalização, por movimentos de pensamento e pelo relativismo imperante, uma mudança que leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que prescindem da Mensagem Evangélica, como se Deus não existisse, e que exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da carreira e do sucesso como finalidade da vida, mesmo em detrimento dos valores morais.
Corresponsabilidade de todos
A Missão universal empenha a todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas constitui uma dádiva a compartilhar, uma boa-notícia a comunicar. E este dom-compromisso é confiado não apenas a alguns, mas sim a todos os batizados, que são “a gente escolhida... a nação santa, o povo que Ele adquiriu” (1Pd 2,9), para que proclame as suas obras maravilhosas.
Estão também envolvidas todas as suas atividades. A atenção e a cooperação para obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos e ocasiões particulares, nem sequer podem ser consideradas como uma das numerosas atividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial, e, portanto, deve ser sempre considerada. É importante que tanto os indivíduos batizados como as comunidades eclesiais estejam interessados, não de modo esporádico e irregular na Missão, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Mundial das Missões não
constitui um momento isolado no curso do ano, mas é uma ocasião preciosa para nos determos e meditarmos se e como respondemos à vocação missionária: uma resposta essencial para a vida da Igreja.
Evangelização global
A evangelização é um processo complexo, e compreende vários elementos. Entre eles, uma peculiar atenção por parte da animação missionária foi sempre prestada à solidariedade. Esta é também uma das finalidades do Dia Mundial das Missões, que, por meio das Pontifícias Obras Missionárias, solicita ajuda para o cumprimento das tarefas de evangelização nos territórios de Missão. Trata-se de apoiar instituições necessárias para estabelecer e consolidar a Igreja por meio dos catequistas, dos seminários e dos sacerdotes; e também de oferecer a própria contribuição para o melhoramento das condições de vida das pessoas em países onde são mais graves os fenômenos de pobreza, subalimentação – sobretudo infantil –, doenças, carência de serviços médicos e para a educação. Também isto faz parte da Missão da Igreja. Anunciando o Evangelho, ela toma a peito a vida humana em pleno sentido. Não é aceitável, reiterava o Servo de Deus Papa Paulo VI, que na evangelização se descuidem os temas relativos à promoção humana, à justiça, à libertação de todas as formas de opressão, obviamente no respeito pela autonomia da esfera política. Desinteressar-se dos problemas temporais da humanidade significaria “ignorar a doutrina do Evangelho sobre o amor ao próximo que sofre ou que se encontra em necessidade” (Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, 31.34); não estaria em sintonia com o comportamento de Jesus, que percorria “todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando a Boa-Nova do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade” (Mt 9,35).
Assim, por meio da participação corresponsável da Missão da Igreja, o cristão torna-se construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos concedeu, e colabora para a realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade. Os desafios que ela encontra chamam os cristãos a caminhar juntamente com os outros, e a Missão faz parte integrante deste caminho com todos. Nela nós trazemos, ainda que seja em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e acreditado na Igreja.
O Dia Mundial das Missões reavive em cada um o desejo e a alegria de “ir” ao encontro da humanidade levando Cristo a todos. No Seu nome, concedo-vos de coração a Bênção Apostólica, em particular aos que mais se fadigam e sofrem por causa do Evangelho.

Vaticano, 6 de janeiro de 2011
Solenidade da Epifania do Senhor

 Bento XVI
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