sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

CARNAVAL - TUDO A VER COM A IGREJA?


A origem da palavra "carnaval" é objeto de ampla controvérsia.

Para uns, a palavra vem do prefixo grego CARN, que se refere ao carro (ou carroça) usado nas paradas religiosas, como os empregados nas festas anuais em honra ao deus Apolo.

Para outros, o nome vem da expressão italiana CARNE LEVARE, que significa "tirar a carne", numa referência à proibição católica de se comer carne durante a Quaresma.
Para outros ainda, a palavra vem do latim CARNE VALE, que significa "adeus à carne", indicando que eram os últimos dias em que se podia comer carne antes da quaresma.
Para outros ainda também, carnaval é uma tradução de CARNE VALE, que significaria "despedida do corpo", uma vez que nesta época as pessoas são estimuladas a se soltarem e se envolverem com as atividades carnavalescas.
Nosso dicionário Houaiss anota que a palavra vem do latim clássico CARNEM LEVÁRE, substantivo que significa "abstenção de carne"; o termos ocorre em vários dialetos da Itália e, provavelmente, do milanês CARNELEVALE (1130), fixa-se no italiano como CARNEVALE (sXIV) e daí no francês CARNEVAL (1552) ou CARNAVAL (1680), passando às demais línguas européias ainda no século 17.
Segundo Houaiss, parecem sem fundamento histórico as hipóteses que derivam a palavra da locuçao latina CARRUS NAVALIS (carro naval), por associação à carreta em forma de barco usada em festas populares romanas.
A própria origem do carnaval é obscura. É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida. 

domingo, 12 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Atropelada por uma moto ...

 Cod: DSC_6427.JPG
+Morreu de acidente na cidade de Bacabal a Irmã Maria Gorete do convento das irmãs franciscanas N. S. dos Anjos (24 de Janeiro de 2012). O enterro será no dia 25 ás 16 hs na Igreja de São Francisco. Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Janeiro - 1ª Comunhão na Matriz e no Bairro Monte Cristo

PRIMEIRA EUCARISTIA
Por ser a eucaristia que Jesus nos mandou celebrar, a primeira comunhão é o ponto final da preparação para viver com Jesus e como Jesus, doando e entregando-se em tudo aos irmãos e a Deus, e para celebrar esta doação e entrega na missa e nas outras formas de culto eucarístico.
A primeira comunhão é ponto final. Mas ponto final da iniciação, da preparação para esta vida plenamente cristã. O que se visa com uma preparação ou iniciação não é o ponto final da mesma, mas aquilo que deve vir depois. Isto é, em nosso caso, se focalizarmos bem, a celebração contínua da eucaristia. Isto, no entanto, não tem sentido se ela não é celebração daquilo que se vive; e ela não é possível, a não ser em comunidade.


A santa Missa
Jesus quis deixar para a Igreja um sacramento que perpetuasse o sacrifício de sua morte na cruz. Por isso, antes de começar sua paixão, reunido com seus apóstolos na última ceia, instituiu o sacramento da Eucaristia, convertendo pão e vinho em seu próprio corpo vivo, e o deu de comer, fez partícipes de seu sacerdócio aos apóstolos e mandou-lhes que fizessem o mesmo em sua memória.
Assim a Santa Missa é a renovação do sacrifício reconciliador do Senhor Jesus. Além de ser uma obrigação grave assistir à Santa Missa aos domingos e feriados religiosos de preceito -a menos que esteja impedido por uma causa grave-, é também um ato de amor que deve brotar naturalmente de cada cristão, como resposta agradecida frente ao imenso dom que significa que Deus se faça presente na Eucaristia.
O que é a Eucaristia?
É o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo sob as espécies de pão e vinho. Por meio da consagração, o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar.


FELIZ DIA DA PRIMEIRA EUCARISTIA

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

*************************PIZZA MILAGRESA*************************

Pizza “MILAGRESA”
do Frei


Receita: massa básica de preferência crocante (aproximadamente 300 g de trigo) para uma pizza grande
Primeira camada: molho de tomate
Segunda camada: fatias de presunto cozido (ou apresuntado)
Terceira camada: fatias finas de tomates
Quarta camada: fatias de queijo mussarela
OBSERVAÇÃO: cada camada é para cobrir a pizza por inteiro!!!



Ornamentação culinária (veja as fotos!): fatias de dois ovos cozidos, 10 fatias de salame (ou calabresa mais umas fatias de tomate), umas 30 azeitonas pequeninas, fatias finas de uma cebola grande, pedacinhos de pimentão verde e tempero de pimenta em pó e orégano a gosto.
No forno: 30 a 40 minutos com temperatura de 200 graus.
BOM APETITE!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O sentido do Tempo Comum

O Batismo do Senhor inicia o Tempus per annum ou Tempo Comum. Comum não no sentido que se trate de um tempo de escassa importância, mas entendido como o tempo em que se recorda a missão ordinária do Senhor, excluídos os grandes mistérios como a Encarnação do Filho de Deus, precedido pelo Advento, o Mistério Pascal, precedido pelo tempo forte da Quaresma. As grandes solenidades dão lugar a um estilo ao mesmo tempo vivaz e simples: é este o tempo propício para redescobrir e valorizar, em toda a sua riqueza, os tempos de Deus que se alternam no ritmo do homem. Uma eternidade que a cada ano se repropõe no seu mistério para permear e compenetrar sempre mais a vida de cada um de nós e, através de nós, de toda a história. O tempo comum exige atenção ao cotidiano, ao ciclo semanal, à vida; ajuda a entrar nos meandros de cada experiência pessoal e familiar, social e eclesial do crente. Nada pode se subtrair à graça transformadora de Cristo: afetos e dons, bens e escolhas, trabalho e festa, alegrias e fadigas, doença e morte. Tudo é marcado profundamente. A adesão ao Ressuscitado exige um percurso constante e progressivo para chegar a revestir-se de Cristo.
Este tempo é o “comum”: ocorrem tempos longos e várias mediações para acolhê-lo como regra de vida e critério de juízo, força de ação e certeza de futuro, esperança feliz.
Viver como cristão o tempo comum equivale a ser fiel à Eucaristia. Santo Inácio de Antioquia e os mártires de Abitilene diziam que sem o domingo não podiam viver.
O Domingo é o dia do encontro semanal com o Senhor ressuscitado. Dia que dá ritmo ao ano litúrgico e nos convoca com força a uma relação equilibrada entre trabalho e repouso; dia para salvaguardar em meio a todos os nossos afazeres um espaço de gratuidade para celebrar o amor de Deus que nos salva.
O tempo comum, portanto, é um período de vigilância e de esperança; daí a escolha da cor litúrgica verde.
O tempo comum é constituído por 33 ou 34 semanas subdivididas em dois períodos: o que nos conduz à Quaresma; e o que vem depois da Solenidade de Pentecostes.
Como dito, ele é “comum” na medida em que celebra o mistério de Cristo na sua globalidade, ao longo do ritmo das semanas e dos domingos.
Seremos auxiliados nisto pela leitura semicontínua de um dos evangelhos sinóticos (São Marcos em 2012) no qual encontramos a pessoa de Jesus nas suas palavras e no seu estilo de vida, os seus encontros com as pessoas, o tempo condividido com os discípulos, o ensinamento e as curas realizadas nas situações mais inesperadas.
Fonte: Pontifex

sábado, 31 de dezembro de 2011

******** FELIZ ANO NOVO - FROHES NEUES JAHR ********


Folhando a vida é muito mais do que o momento da virada de um ano...

O estresse é o causador de um tempo acelerado, precipitado e mal vivido. O exercício da avaliação libera a sensação de viver mais e ter mais tempo para viver. Se imagine, então, uma avaliação orante... parece parar no tempo e sentir um gostinho eterno!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

*********** Feliz Ano Novo - Glückliches Neues Jahr ***********

HISTORIA DE FIM DE ANO
Alguns rapazes caminham pela praia numa conversa animada. De repente um deles se abaixa e pega alguma coisa. Era uma bolsinha de couro toda acabada pelo tempo. Dentro, um monte de pedrinhas que o rapaz não teve a curiosidade de observar.

Enquanto continuavam naquele papão animado, o rapaz ia tirando as pedrinhas e atirando-as displicentemente no mar. Só quando pegou a última das pedrinhas, teve a curiosidade de examinar melhor. Entre admirado e desapontado, mostrou-a para os colegas dizendo num tom de frustração:

- Olhem! É um diamante! Eram todas pedras de diamante! - - - - Era tarde para se queixar.
Palavra de vida: Enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos... (Gl 6,10) - Deus nos deu 365 pedrinhas de diamante, que são os dias do ano. Será que estamos jogando quase tudo fora, esbanjando nosso tempo precioso?

domingo, 25 de dezembro de 2011

Vamos até Belém...

"Os pastores diziam entre eles: Vamos até Belém, vejamos este acontecimento que o Senhor nos fez conhecer” (Lc 2,15)

Caros irmãos e irmãs,

Ainda é Natal! Há dois mil anos um anjo apareceu para anunciar uma grande alegria aos pobres pastores de Belém. Enquanto a noite se enchia de luz, os anjos anunciavam no céu a glória de Deus e na terra a paz aos homens que crêem no amor.
A dureza da história em que vivemos tenta criar uma couraça de ferro sobre o nosso coração, procurando sufocar nossa vida. Mas como resistir à provocação para acreditar que realmente Deus entrou no mundo e que existe uma esperança também para nós? Da mesma forma que os pastores correram durante a noite em direção à gruta, assim também nós, apesar de tudo, nos tornamos perseguidores da alegria. Nos falta, talvez, a rude simplicidade dos pastores, embora a ânsia do coração e a necessidade de luz sejam as mesmas. Também a nós foi anunciado o evento que muda a história. Também nós devemos ir até Belém para encontrar respostas para os problemas que obscurecem nossa alma.
Os tormentos que hoje angustiam mais brutalmente a sociedade são de ordem econômica. De repente fomos atingidos por um vento de insegurança que abala os fundamentos de toda ilusão de auto-suficiência. A sociedade materialista descobre com desânimo as suas fragilidades mais profundas. Ser pobre ou poder tornar-se pobre, apresenta-se, a todos nós, como uma possibilidade real. Mas isto é somente o sinal exterior de uma pobreza mais profunda, que aflige a alma. Assim, também nós nos descobrimos pastores da noite.
Para os frades franciscanos que vivem na Terra Santa, a peregrinação a Belém, na noite de Natal, é uma tradição caríssima e preciosa. Mas este ano, mais do que nunca, estamos certos de não sermos os únicos a procurar o Menino. Estarão conosco muitos peregrinos, que junto aos cristãos de Belém e da Terra Santa se unirão às nossas liturgias. Para todos ressoa a voz dos pastores que nos convidam: “Vamos até Belém!” Tenho certeza de que uma multidão infinita de peregrinos invisíveis, nos misteriosos caminhos do espírito, se colocará a caminho conosco buscando encontrar a alegria. Juntos encontraremos aquele Menino indefeso que, no frio da gruta, não tem medo de ser pobre, pois nos apresenta o amor de Deus.
Do Natal, próprio desta Terra Santa, sofrida e dilacerada, ressoa a mensagem que pode renovar o mundo. Venham todos à Belém com o coração simples, e o encontro com o Menino Jesus apagará todo medo. Há ainda esperança para todos!

De Belém, votos fraternos de um Santo Natal!

Frei Pierbattista Pizzaballa ofm - Custódio da Terra Santa

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

**************** Feliz Natal - Frohe Weihnachten ****************

Uma pequena história de Natal

Era uma vez um velho pedaço de papel reciclado, o seu sonho… sim, os papéis também têm sonhos, mesmo os reciclados, o sonho dele era ser útil.
Ele percorreu milhares de quilômetros, literalmente ao sabor do vento, durante essa longa viagem, o pedaço de papel reciclado, viu e ouviu muita coisa, mas de que vale ser um papel se não se pode escrever nele aquilo que se vive ou viveu?
Certo dia o já amarelecido pedaço de papel reciclado ficou preso numa árvore, “é o fim!”, pensou ele, de facto, que utilidade poderia ter um velho pedaço de papel reciclado no topo de uma árvore?
Pois bem, foi precisamente esse pedaço de papel que chamou a atenção de uma criança para aquela árvore.
E lá está ele, o velho pedaço de papel reciclado foi moldado numa estrela e enfeita agora o topo da árvore de Natal da família daquela criança.
Velho… reciclado?! Sim, mas orgulhosamente útil e feliz.

Outra pequena história de Natal

Quando o Menino Jesus nasceu, todas as pessoas e animais e até as árvores sentiram uma imensa alegria. Do lado de fora do estábulo onde o Menino dormia, estavam três árvores: uma palmeira, uma oliveira e um pequeno pinheirinho.

Todos os dias as pessoas passavam e deixavam presentes ao Menino.
- Nós também Lhe deviamos dar prendas! - disseram as árvores.
- Eu vou dar-lhe a minha folha mais larga - disse a palmeira - quando vier o tempo do calor ele pode abanar-se com ela e sentir-se mais fresco.
Então disse a oliveira : - E eu vou dar-lhe óleo, perfumados óleos poderão ser feitos a partir do meu sangue.
- Mas que lhe poderei dar eu?- Perguntou ansioso o pequeno pinheiro.
- Tu? Os teus ramos são agudos e picam - disseram as outras duas árvores .
-Tu não tens nada para lhe dar !

O pequeno pinheiro estava triste. Pensou muito, muito, em qualquer coisa que pudesse oferecer ao Menino que dormia, qualquer coisa de que o Menino pudesse gostar mas não tinha nada para lhe dar.
Então os anjos, que tinham ouvidos a conversa toda , sentiram pena da arvorezinha que não tinha nada para dar ao Menino.

As estrelas estavam a brilhar no céu , então os anjos, muito de mansinhos, trouxeram-as uma a uma cá para baixo, desde a mais pequena à mais brilhante e colocaram-as nos ramos pontiagudos do pinheiro.
Dentro do estábulo, o Menino acordou. E olhou para as três árvores do lado de lá da gruta, contra a escuridão do céu.
De repente as folhas escuras do pinheiro brilharam, resplandecentes, porque nelas as estrelas descansavam como se fossem elas. Que lindo estava o pequeno pinheiro que não tinha nada a oferecer ao Menino... E o Menino Jesus levantou as mãozinhas, tal como fazem os bebés, e sorriu para as estrelas e para aquela árvore que lhe iluminara a escuridão da noite. E desde então o pinheiro ficou a ser, para todo o sempre, a Árvore de Natal.
(História tradicional inglesa)


Aos meus Paroquianos, Amigos e Amigas, de perto e de longe, Parentes e Conhecidos, enfim á minha GRANDE FAMÍLIA desejo um natal muito feliz e que o ano que vem nos ajude com seu imenso tempo a fazer mais uma passagem linda na contagem dos anos de nossas vidas para depois nem precisar mais das viradas, pois DEUS nos deu ETERNIDADE!



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

"Darás à luz" - 4º Domingo do Advento

Advent Vierter-AdventMaria de Nazaré, agraciada para ser a mãe do Messias Salvador, nos ensina a acolher a vontade de Deus com uma fé ativa. Crendo como Maria, é possível construir um mundo melhor, fazendo resplandecer a presença libertadora do Senhor no seio da humanidade. Irrompe na comunidade celebrante a súplica: “Céus, deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador!” (antífona de entrada). Na proximidade da festa da salvação, com o auxílio divino, nos preparamos com maior empenho para celebrar dignamente o mistério de Jesus Cristo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

"Alegrai" - 3º Domingo de Advento

Advent Dritter-AdventCelebramos hoje o domingo da alegria, porque Jesus está em nosso meio e continua atuando através da nossa dedicação em construir o seu Reino. Recebemos do próprio Senhor o dom da alegria de entrarmos hoje no mistério do seu natal e a graça da vigilância na oração e na ação (Prefácio Advento, II). Na partilha da mesa eucarística somos felizes porque somos convidados para participar do banquete nupcial do Cordeiro, que já está no meio de nós.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011



"Endireitai" - 2º Domingo de Avento

Advent Zweiter-AdventSomos responsáveis pela vinda do Senhor, que nos traz sua proposta de paz e salvação. O profeta Isaías e João Batista nos convidam a preparar os caminhos por onde Jesus deve passar, pois ele vai nos ajudar a construir o novo céu e a nova terra que todos almejamos. Da alegria do nosso coração brilhará a luz de Deus. Por isso, ao acendermos a segunda vela rezamos: “Bendito sejas, Deus da paz, pela luz de Cristo, sol de nossa vida, a quem esperamos com toda a ternura do coração”.


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